Poesia sem pele
sábado, 16 de julho de 2011
Uma esperança
A da Clarice, verde; a minha, amarela. Amarelo ouro, amarelo manga, aquele de Van Gogh. Ela pousa radiante nos nossos livros, no seu ombro, no meu coração. Rezo praque ela nunca perca as asas.
(23/07/2010)
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